(Imagem google)
Rochas, rochedos,
teus beijos…
Transpostos,
interpostos,
em nós.
Lábios
sugando sabores,
aromas,
silêncios,
ardores…
Calores criando
suores,
ardentes,
quentes…
Teus beijos
amor.
O sonho é livre... é deixar voar o pensamento... é acreditar no inacreditável... é atingir o inatingível... Amar... Sofrer... Beijar... Doer...
segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
Desmancho
(Imagem google)
Desmancho feito no tempo
do tempo em que não pensava,
desmancho no tempo perdido
do tempo em que não amava.
Desmanchada no tempo fiquei
esse desmancho marcou
e jamais esquecerei
o tudo, do nada que ficou.
Através do tempo recordo,
esse desmancho havido,
esse momento que reprovo
desse meu tempo perdido.
Desmanchado dentro de mim
desmanchei o meu caminho…
E nesse fato desmanchado,
me vesti e despi sem tino.
Rasguei, desmanchei meu ventre
rasguei, desmanchei meu fato,
e esse desmanchar premente
me trouxe outro sentir, outro tacto.
Ah desmancho traidor
que desmanchou minha vida…
Se não fosse esse desmancho
desse tempo havia vida.
P.S.- Mera e só ficção
Desmancho feito no tempo
do tempo em que não pensava,
desmancho no tempo perdido
do tempo em que não amava.
Desmanchada no tempo fiquei
esse desmancho marcou
e jamais esquecerei
o tudo, do nada que ficou.
Através do tempo recordo,
esse desmancho havido,
esse momento que reprovo
desse meu tempo perdido.
Desmanchado dentro de mim
desmanchei o meu caminho…
E nesse fato desmanchado,
me vesti e despi sem tino.
Rasguei, desmanchei meu ventre
rasguei, desmanchei meu fato,
e esse desmanchar premente
me trouxe outro sentir, outro tacto.
Ah desmancho traidor
que desmanchou minha vida…
Se não fosse esse desmancho
desse tempo havia vida.
P.S.- Mera e só ficção
sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
Lindo Olhar
(Imagem google)
Lindo este olhar
que me acompanha.
Doce e terno
De alma serena
De coração puro.
Ávido de amor
da vida flor…
da noite alegria…
do dia folia…
Suave e meigo.
Lindo este olhar!
Lindo este olhar
que me acompanha.
Doce e terno
De alma serena
De coração puro.
Ávido de amor
da vida flor…
da noite alegria…
do dia folia…
Suave e meigo.
Lindo este olhar!
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
Venda
(Imagem google)
Vinha da venda cansado
nos bolsos apenas tostões
Entrei na venda e bebi
para matar os desgostos
na venda fiquei falando
do pouco que a venda deu
bebendo fiquei esquecendo.
Já tarde ainda na venda
pensei na venda do dia…
Levantei-me cambaleante
caminhei para a porta
e da venda eu saí
Tremeliques no andar
caminhei sempre a pensar
na venda de amanhã
chorei ao caminhar
os olhos ficaram turvados,
parecia quase que tinha
uma venda nos olhos
a tapar minha tristeza.
Vinha da venda cansado
nos bolsos apenas tostões
Entrei na venda e bebi
para matar os desgostos
na venda fiquei falando
do pouco que a venda deu
bebendo fiquei esquecendo.
Já tarde ainda na venda
pensei na venda do dia…
Levantei-me cambaleante
caminhei para a porta
e da venda eu saí
Tremeliques no andar
caminhei sempre a pensar
na venda de amanhã
chorei ao caminhar
os olhos ficaram turvados,
parecia quase que tinha
uma venda nos olhos
a tapar minha tristeza.
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
Meditei !
(Imagem google)
Sozinha na praia,
despertei o meu sentir…
Sentada na areia,
meditei…
Concentrei-me,
na linha imaginária do horizonte.
Fixei-a
em tons de azul…
relaxei
meu corpo deitado ao sol…
Vesti-me
de algas marinhas…
Bronzeei a mente
com raios solares de várias cores,
vários círculos e odores…
Meditei!
Sentada na areia,
sozinha,
Despertei o meu sentir!
Sozinha na praia,
despertei o meu sentir…
Sentada na areia,
meditei…
Concentrei-me,
na linha imaginária do horizonte.
Fixei-a
em tons de azul…
relaxei
meu corpo deitado ao sol…
Vesti-me
de algas marinhas…
Bronzeei a mente
com raios solares de várias cores,
vários círculos e odores…
Meditei!
Sentada na areia,
sozinha,
Despertei o meu sentir!
quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
Mente Demente
(Imagem google)
Nos teus olhos descalços de luz,
uma estrela cadente
cai a pique.
Na tua boca ávida de saliva,
nem uma gota
jorra da fonte…
No teu corpo desnudo de sentimentos,
projectam-se
relâmpagos estridentes…
Em ti, que nada és,
cai granizo,
partindo sentires…
Desventra-te!
Solta amarras!
Liberta fobias!
Ama os que te amam!
Nos teus olhos descalços de luz,
uma estrela cadente
cai a pique.
Na tua boca ávida de saliva,
nem uma gota
jorra da fonte…
No teu corpo desnudo de sentimentos,
projectam-se
relâmpagos estridentes…
Em ti, que nada és,
cai granizo,
partindo sentires…
Desventra-te!
Solta amarras!
Liberta fobias!
Ama os que te amam!
Janela Vazia
(Imagem google)
Através da janela que não tenho
pressinto o teu olhar,
mas não te vejo…
O telefone toca sem som,
falo contigo,
mas não te ouço…
A tua voz diz que me amas.
mas não falas…
Ouço os teus passos na escada
que não existe,
mas tu não vens…
Corro para te abraçar
nos braços inertes…
Quero o teu beijo
dos lábios doces e meigos,
que não são meus…
Olho de novo a janela
que não está
e vejo-a vazia…
De ti e de mim!
Através da janela que não tenho
pressinto o teu olhar,
mas não te vejo…
O telefone toca sem som,
falo contigo,
mas não te ouço…
A tua voz diz que me amas.
mas não falas…
Ouço os teus passos na escada
que não existe,
mas tu não vens…
Corro para te abraçar
nos braços inertes…
Quero o teu beijo
dos lábios doces e meigos,
que não são meus…
Olho de novo a janela
que não está
e vejo-a vazia…
De ti e de mim!
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
... agora ...
(Imagem google)
Gostava de ouvir a tua voz
meiga e sensual
de outrora,
agora…
Gostava de sentir o teu beijo
doce e gostoso
de outrora,
agora…
Gostava de ter o teu abraço
apertado e carinhoso
de outrora,
agora…
Gostava de ter o teu corpo
desnudo e quente
de outrora,
agora…
Gostava de te ter
como outrora,
agora…
Gostava de ouvir a tua voz
meiga e sensual
de outrora,
agora…
Gostava de sentir o teu beijo
doce e gostoso
de outrora,
agora…
Gostava de ter o teu abraço
apertado e carinhoso
de outrora,
agora…
Gostava de ter o teu corpo
desnudo e quente
de outrora,
agora…
Gostava de te ter
como outrora,
agora…
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
Solidão Envergonhada
(Imagem google)
Oh solidão envergonhada,
que me persegues…
Sou por ti maltratada
Sinto-me angustiada
nesta vil tristeza
de estar só…
Olho ao redor…
Tanta gente eu vejo
acompanhados, sorridentes,
felizes por serem
e estarem…
Também eu,
sou e estou
sozinha, acompanhada
p’la solidão envergonhada.
Oh solidão envergonhada,
que me persegues…
Sou por ti maltratada
Sinto-me angustiada
nesta vil tristeza
de estar só…
Olho ao redor…
Tanta gente eu vejo
acompanhados, sorridentes,
felizes por serem
e estarem…
Também eu,
sou e estou
sozinha, acompanhada
p’la solidão envergonhada.
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
Medo
(Imagem google)
Tudo o que me rodeia
é inóspito e sem graça…
Sinto-me reduzida
à ínfima espécie de mim.
A alegria partiu
sem nada dizer…
Parece que tudo ruiu,
já não sei o que fazer.
Olho sem ver
o caminho a seguir…
Quero fugir!...
Sim!
Quero fugir de mim!
Mas tenho medo!
Medo de sair de mim
e deixar de ser eu.
Medo de me perder
no caminho que não encontro.
Medo de continuar
a ser, sem ser.
Tudo o que me rodeia
é inóspito e sem graça…
Sinto-me reduzida
à ínfima espécie de mim.
A alegria partiu
sem nada dizer…
Parece que tudo ruiu,
já não sei o que fazer.
Olho sem ver
o caminho a seguir…
Quero fugir!...
Sim!
Quero fugir de mim!
Mas tenho medo!
Medo de sair de mim
e deixar de ser eu.
Medo de me perder
no caminho que não encontro.
Medo de continuar
a ser, sem ser.
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
Prisioneira
(Imagem google)
Prendi-me de novo.
Deixei a liberdade
de ser eu na verdade…
Tenho-te sempre a meu lado,
a cada minuto, segundo…
Não sei andar…
Não sei viver…
Não sei sentir…
Quero voltar a ser livre
Correr atrás da vida,
na vida que me foge…
Quero sorrir ao dia,
que outra vida anuncia…
Quero fugir à prisão
que impus a mim mesma.
Quero deixar de ser,
prisioneira de mim.
Prendi-me de novo.
Deixei a liberdade
de ser eu na verdade…
Tenho-te sempre a meu lado,
a cada minuto, segundo…
Não sei andar…
Não sei viver…
Não sei sentir…
Quero voltar a ser livre
Correr atrás da vida,
na vida que me foge…
Quero sorrir ao dia,
que outra vida anuncia…
Quero fugir à prisão
que impus a mim mesma.
Quero deixar de ser,
prisioneira de mim.
sábado, 5 de fevereiro de 2011
Nanny e Jimmy
- Bom dia D. Nany, como vai a cadela?
- Olá Sr. Jimmy, e o gatão como está?
- Vou andando, de janela em janela, viajando da cidade
para a aldeia, mas sempre de olho na minha Rosinha.
- Pois eu farto-me de arreliar a avozita. Estrago o jardim
que ela gosta, desarrumo o quintal, mas vivo em liberdade.
- Olhe que também não sou um santinho. Salto e pulo por
tudo o que é sítio e também arrelio a Rosinha.
- Sabes Jimmy, gostava que me viesses visitar. Passávamos
um dia aqui no quintal da avozita, com sol, ar puro, liberdade,
muita brincadeira e amizade.
- Já tinha pensado nisso, Nany. Como seria bom conhecermo-nos
e sermos amigos-irmãos, como são as nossas donas.
Nem sempre os desejos são realidade,
mas há que viver a vida na esperança da felicidade.
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
Solidão Desesperada
(Imagem google)
Desespera-me a solidão
de estar acompanhada.
Os dias passam, na solidão de existir,
Sempre contigo a meu lado…
Meus devaneios…
Meus outros sentires…
Meus segredos encobertos…
Meus sonhos secretos…
Meus pensamentos em ti,
Sem ti,
neste recanto
onde minhas lágrimas caem
uma a uma,
solitárias,
acompanhadas,
como eu…
Desespera-me a solidão
de estar acompanhada!...
Desespera-me a solidão
de estar acompanhada.
Os dias passam, na solidão de existir,
Sempre contigo a meu lado…
Meus devaneios…
Meus outros sentires…
Meus segredos encobertos…
Meus sonhos secretos…
Meus pensamentos em ti,
Sem ti,
neste recanto
onde minhas lágrimas caem
uma a uma,
solitárias,
acompanhadas,
como eu…
Desespera-me a solidão
de estar acompanhada!...
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
Passos Perdidos
(Imagem google)
Caminhei
no caminho empedrado
Lutei
contra o mar encarpado
Rastejei
na areia encharcada
Chorei
a lágrima molhada
Cruzei
destinos sem fim
Procurei
o que resta de mim
Na loucura do destino
meu ser perdeu o caminho…
Caminhei
no caminho empedrado
Lutei
contra o mar encarpado
Rastejei
na areia encharcada
Chorei
a lágrima molhada
Cruzei
destinos sem fim
Procurei
o que resta de mim
Na loucura do destino
meu ser perdeu o caminho…
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
Cansei
(Imagem google)
Cansada!
Estou cansada,
de viver aglotinada
neste mundo imposto,
ingrato, traiçoeiro,
sem rosto...
Cansada!
De ser, sem ser,
sem alcançar
o sonho d'outrora,
tão presente agora.
Cansada!
De viver a insanidade
Não de ontem, de hoje,
mas de qualquer idade.
Cansada!
De caminhar a par,
sem par.
Desordenada, em ordem.
Com sol, chuva,
Noite e luar...
Cansei,
De estar cansada!
Cansada!
Estou cansada,
de viver aglotinada
neste mundo imposto,
ingrato, traiçoeiro,
sem rosto...
Cansada!
De ser, sem ser,
sem alcançar
o sonho d'outrora,
tão presente agora.
Cansada!
De viver a insanidade
Não de ontem, de hoje,
mas de qualquer idade.
Cansada!
De caminhar a par,
sem par.
Desordenada, em ordem.
Com sol, chuva,
Noite e luar...
Cansei,
De estar cansada!
Busco-te
Procuro-te para além do que vejo
Quero-te na carícia de um beijo
Teu corpo no meu quero sentir
No desejo ardente do sorrir
Tua boca na minha quero estar
Teus olhos nos meus quero olhar
Tua nudez quero ter
No sonho do abraço adormecer
Ter-te de novo para mim
Sentir o teu sentir em mim
Procuro-te para além do que vejo
E nada mais para além, revejo.
Correio Mor
No bico de uma pomba
depositei minha carta,
confiei-lhe o meu segredo
da vida um enredo…
Dela fiz
o meu correio mor,
com ela enviei
todo o meu amor.
Aguardei repousando
a resposta certa…
Continuo pensando,
a porta estar aberta…
O tempo passa veloz,
da pomba nada sei…
não recebi
o que tanto desejei…
Minha carta perdeu-se,
O correio mor falhou
Meu eu está sofrendo
O sonho desmoronou.
(Imagens google)
Passos
(Imagem google)
Passas com teu passo apressado
sem saberes onde ir…
Irás tu a algum lado,
ou vais apenas por ir?!
Não tens noção do caminho
Não sabes o que fazer
Procuras amor e carinho
Queres apenas viver.
Caminhando sem destino,
teus passos vão passando
pelo tempo, e no caminho
Do tempo que vai passando,
nem sempre devagarinho,
teu destino vai marcando.
Passas com teu passo apressado
sem saberes onde ir…
Irás tu a algum lado,
ou vais apenas por ir?!
Não tens noção do caminho
Não sabes o que fazer
Procuras amor e carinho
Queres apenas viver.
Caminhando sem destino,
teus passos vão passando
pelo tempo, e no caminho
Do tempo que vai passando,
nem sempre devagarinho,
teu destino vai marcando.
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
Ser Feliz
(Imagem google)
Se a felicidade existisse,
até seria feliz.
Mas a felicidade,
são apenas momentos!
Momentos de loucura e paixão…
Momentos de alegria nas vivências
dos amigos, filhos e netos.
Nos sentires dos momentos do marido.
No vislumbrar do nascer do sol
aquecendo os corpos desnudos,
na traição da vida.
No dia renascido
após a noite dormida.
No contemplar o céu e o mar
e neles ver a liberdade da união.
No esvoaçar do passarinho, chilreando
a alegria de poder livre voar.
No rebentar de nova flor
dando colorido, espalhando seu olor.
No choro de um rebento
acabado de nascer.
No prato, no copo, no pão,
alimento para o corpo viver.
Nas imagens da cristandade
para alimentar o espírito.
Na água que corre da fonte.
Na nuvem por detrás do monte.
No estar vivo e poder agradecer.
E em todos estes momentos dizer:
Sou feliz!
Se a felicidade existisse,
até seria feliz.
Mas a felicidade,
são apenas momentos!
Momentos de loucura e paixão…
Momentos de alegria nas vivências
dos amigos, filhos e netos.
Nos sentires dos momentos do marido.
No vislumbrar do nascer do sol
aquecendo os corpos desnudos,
na traição da vida.
No dia renascido
após a noite dormida.
No contemplar o céu e o mar
e neles ver a liberdade da união.
No esvoaçar do passarinho, chilreando
a alegria de poder livre voar.
No rebentar de nova flor
dando colorido, espalhando seu olor.
No choro de um rebento
acabado de nascer.
No prato, no copo, no pão,
alimento para o corpo viver.
Nas imagens da cristandade
para alimentar o espírito.
Na água que corre da fonte.
Na nuvem por detrás do monte.
No estar vivo e poder agradecer.
E em todos estes momentos dizer:
Sou feliz!
terça-feira, 25 de janeiro de 2011
Destino
(Imagem google)
Borboleta aventureira
que rumaste outro caminho,
noutras flores pousaste,
recebendo e dando carinho.
Soltaste as asas ao vento,
deixaste-as nele partir…
libertaste o pensamento,
esvoaçando o teu sentir.
Tuas cores de brilho intenso,
iguaizinhas, lado a lado.
Teu perfume de incenso
Das flores foi tirado.
E neste esvoaçar imenso,
teu destino foi traçado.
Borboleta aventureira
que rumaste outro caminho,
noutras flores pousaste,
recebendo e dando carinho.
Soltaste as asas ao vento,
deixaste-as nele partir…
libertaste o pensamento,
esvoaçando o teu sentir.
Tuas cores de brilho intenso,
iguaizinhas, lado a lado.
Teu perfume de incenso
Das flores foi tirado.
E neste esvoaçar imenso,
teu destino foi traçado.
segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
Liberdade
(Imagem Bruno Ramos)
Soltei-te as rédeas
galopaste pelo campo,
furando, desbravando,
arvoredos, montes e vales.
Saltaste riachos.
Relinchaste ao medo…
Quantas travessuras
e tudo em segredo…
Paraste na fonte,
mataste a sede.
De novo no monte
ergueste teu corpo
ao céu agradeceste:
a água que bebeste,
o galope libertino…
Tudo o que tiveste
e venceste no caminho.
Soltei-te as rédeas
Venceste o medo.
sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
Na Noite
(Imagem google)
Na noite pardacenta
em que a lua se instalou
e as nuvens se beijaram,
choveu granizo no meu coração!
Na noite pardacenta
em que a lua se instalou
e as nuvens se beijaram,
choveu granizo no meu coração!
quinta-feira, 20 de janeiro de 2011
Coração Partido
(Imagem google)
Revolta sentida,
incontida,
neste desespero
de viver...
de sentir...
de amar...
Nesta solidão
repetida,
monótona,
vazia...
Coração sofrido,
pensamento traído...
Revolta de ser,
de sentir...
de viver...
de amar...
Revolta sentida,
incontida,
neste desespero
de viver...
de sentir...
de amar...
Nesta solidão
repetida,
monótona,
vazia...
Coração sofrido,
pensamento traído...
Revolta de ser,
de sentir...
de viver...
de amar...
quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
Memória de ti
(Imagem google)
Partiste,
levada pelo nevoeiro
do tempo em que não sorriste.
Tua alma se elevou.
Teu ser se desintegrou.
E tu,
partiste!
Lágrimas derramadas no tempo,
do tempo em que viveste.
Lágrimas deixadas
ao tempo em que partiste.
Levado no nevoeiro
Teu ser,
partiu inteiro.
Partiste,
levada pelo nevoeiro
do tempo em que não sorriste.
Tua alma se elevou.
Teu ser se desintegrou.
E tu,
partiste!
Lágrimas derramadas no tempo,
do tempo em que viveste.
Lágrimas deixadas
ao tempo em que partiste.
Levado no nevoeiro
Teu ser,
partiu inteiro.
A Saudade Aflora
(Imagem Google)
Olho o mar,
perdido no infinito de mim…
azul,
qual céu em dia de verão…
Perco-me,
na linha longínqua do horizonte.
Meu olhar aí permanece,
parado, abstracto,
esquecido de viver…
A saudade aflora…
Meu coração chora…
Lágrimas,
confundem-se entre o céu e o mar,
caídas, sofridas, sentidas,
saudosas do teu doce olhar.
Para lá desse infinito
onde os azuis se cruzam,
estará teu ser bendito,
sorrindo à lágrima que desliza
pela face daqueles que te amam.
Olho o mar,
perdido no infinito de mim…
azul,
qual céu em dia de verão…
Perco-me,
na linha longínqua do horizonte.
Meu olhar aí permanece,
parado, abstracto,
esquecido de viver…
A saudade aflora…
Meu coração chora…
Lágrimas,
confundem-se entre o céu e o mar,
caídas, sofridas, sentidas,
saudosas do teu doce olhar.
Para lá desse infinito
onde os azuis se cruzam,
estará teu ser bendito,
sorrindo à lágrima que desliza
pela face daqueles que te amam.
quinta-feira, 13 de janeiro de 2011
Renasci !
Renasci!
Sim,
ao perder-te
renasci.
Não és meu,
nem sou tua.
Meu corpo é meu,
meu sentir não é teu.
Sou eu
e só eu.
Num renascer
para a vida,
para o amor,
para novos sentires,
para novos viveres.
Tu és tu…
Eu sou eu…
Ao perder-te
renasci!
Pedras
Pedras deslizam
nos meus pés…
Meus pés deslizam
nas pedras calcadas
da vida passada…
Calçadas de ilusões,
calcadas de paixões,
na vida sentidas,
nos sentires perdidas…
Caminhos de pedras soltas.
Pedras soltas nos caminhos,
calcados, pisados…
recalcados, traçados
no caminho de pedras
calcadas no tempo!
sábado, 8 de janeiro de 2011
sexta-feira, 7 de janeiro de 2011
Raiar do sol
(Imagem google)
Raiou o sol
ainda era madrugada.
Abri os olhos,
espreguicei-me,
e resolvi
dar uma olhada...
O céu,
de um azul límpido,
lembrou-me o mar,
em dia de calmaria.
O palmilhar areia
à beira mar,
os salpicos salgados
refrescando ideias,
calores persistentes
de outros amores...
Apeteceu-me avançar,
mergulhar
e assim,
de novo acordar,
espreguiçar-me,
e ver o sol raiar
ainda era madrugada!...
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