Escrevi-te
uma carta há anto, tanto tempo
Que
já nem me lembro quando
Nem
sequer sei o que te dizia
Decerto,
algumas mentiras
Que
te amava só a ti
Que
eras os olhos do meu viver
Que
eras a vida que eu queria
O
sonho com que eu sonhava
Afinal,
não te mentia
Pois
tu és aquele que eu quero
Que
me faz feliz
E
com quem vivo uma vida de amor
Entre
sulcos, montes e vales
Tudo
temos conseguido ultrapassar
E
felizes prosseguimos
Até
que Deus nos queira levar.
E
a carta que te escrevi, ficou na gaveta esquecida.
Maria
Antonieta Bastos Alentado Oliveira
12-09-2026

















