Quando eu morrer
Vou
levar o teu nome gravado no peito
Seja
de que jeito for
Um
grande amor não morre assim
Para
mim, serás sempre esse amor eterno
Mesmo
que me leves até ao inferno
Mas
és e serás sempre meu
O
meu querido menino-homem
Um
ser especial que alguém estragou
Espero
morrer feliz
Voltar
a beijar e abraçar o meu petiz
Quero-te
tanto, tanto
Consigo
perdoar e esquecer
Mas
jamais te quero perder.
Amanhã,
quando eu morrer
Vou
levar o teu nome gravado no peito.
Maria
Antonieta Bastos Alentado Oliveira

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