O sonho é livre... é deixar voar o pensamento... é acreditar no inacreditável... é atingir o inatingível... Amar... Sofrer... Beijar... Doer...

sexta-feira, 2 de novembro de 2018
Não é Natal
Olhei o chão em sombreado
Nele havia um vazio assinalado
Um rosto tristonho, escorrido
De lágrimas soltas caindo
As mãos sujas e trémulas
Afagavam a perna dormente.
Em surdina, cantarolava
“É Natal… É Natal… Ouvem-se os sinos…”
E os sinos faziam-se ouvir
Uma… duas…
Doze badaladas são tocadas
No chão em sombreado
Caia inanimado
Aquele que nunca soube o que era
Natal.
Maria Antonieta Oliveira
02-11-2018
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