Como
me deixei roubar?!
Não
sei como perdi tudo o que tinha?!
Foi
a vida traiçoeira
Que
me pôs algo mau no caminho
E
me levou aquele meu amor verdadeiro
Caí!
Caí!
Caí
numa depressão que só Deus me salvou
E
tu, meu amor querido
Roubaram-me
a minha grande riqueza
A
única fortuna que tinha em vida
Entre
outras não menos valiosas
Mas
tu, eras muito especial pela tua delicadeza
Pela
tua singeleza
Pela
forma como conversávamos
Eras
meu e agora és dela
Da
maldita que me te roubou
Choro
lágrimas saudosas
De
tudo o que já não tenho e me foi roubado
Ladra!
Roubaste
me o coração!
Maria
Antonieta Bastos Alentado Oliveira
06-09-2026

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