segunda-feira, 2 de março de 2026

Nada a Fazer


 

 

Tenho pena

Muita pena

De não ter um abraço teu

Um carinho

Um mimo

És fria, gelo do ártico

Dizes só ter esta família

E como a tratas?!

Será que és bruxa?!

Já nada duvido

Apenas sei que não sei

Quando eu partir

Gostava de poder ver o que se vai seguir

Arrependimentos?! Não!

De ninguém

Saíram todos iguais

De sangue frio e amor vadio

 

Tenho pena

Da falta do que não me dás

Nem que seja no último minuto

Um abraço de adeus.

 

Ai seu eu pudesse voltar atrás…

 

Maria Antonieta Bastos Alentado Oliveira

02-03-2026

 

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